O que nunca deveria ter esquecido…

Porque relembro, reafirmo, redigito que o que vale nessa vida são as coisas simples.

Aquilo que te faz bem, que te deixa saudável e alegre. É simples, é muito simples.

O que vale é aquele simples sorriso no rosto, da imensa felicidade de simplesmente alguém que te ama muito te ver e tudo ao seu redor brilhar.

Estou ficando velha e sensível…

Talvez alguns entendam, meus olhos lacrimejaram ao escrever essas simples palavras, as vezes preciso disso…acho que sempre…

O simples me veio logo em um momento tão cheio de coisas nem tão simples, mas que deveriam ser.

Tem gente que não entende o simples, pois nada de simples há em si.

Mas eu me encontro cada dia mais e mais, na claridade de minha simplicidade.

Será melhor se você for mais simples?

É pode ser que tudo isso tenha gerado uma bagunça.

Sabe que é bom?

Adorei bagunçar tudoooo.

Falam que eu não escrevo no blog (aliás essa é uma constante constatação em minha vida) mãããssss assim que é.

PUTZ – E ainda falaram mais uma verdade: – Bruna, você só escreve sob pressão.

Plic (não sei se é essa a melhor onomatopéia que descreve uma ficha caindo)

Pois é a ficha caiu…

- CARACA eu só escrevo sob pressão: emocional, psicológica, profissional, que seja.

Mas agora me deu a loca, vou escrever sem pressão nenhuma, só por escrever e ver o que sai.

HAHAHAHAHHHAHAH

Mas ai me dou conta que a pressão está em que lê esse blog…vocês que me PRESSIONAAAMMMM a escrever…que beleza isso hein.

GOSTEI!!

E a bagunça? Ahhh essa ai é uma outra história. Ou melhor, post.

Eu queria escrever…

Então, olhei-me no espelho e lembrei de algo que eu já havia escrito e pensado.

Procurei entre uns papéis e outros e aqui está:

“Sinto falta de minha criatividade ativa a toda hora, da minha forte energia que saía do meu peito (isso me lembrou os ursinhos carinhosos) e fazia com que todo meu corpo relaxasse como em um banho de espuma.

Sinto falta do perceber meu olhar profundo sobre as pessoas,

um olhar desconcertante e descobridor.

Sinto falta de ouvir minha voz cantando no chuveiro. Sinto falta do teu cheiro, no meu travesseiro, me fazendo um carinho.

Sinto falta de estar presente em todos os lugares interessantes, inteligentes.

Sinto falta da minha busca, pra encontrar à mim.

Sinto falta de mim, do mais profundo eu, que um dia se perdeu.”

E nessas linhas percebi o caminho que percorri, para encontrar o que hoje sou, eu.

Estou inspirada com a mudança da estação.

Ah primavera, bela, cheirosa e colorida primavera. E essa letra de música é do meu querido Milton Nascimento. E é de uma pureza e simplicidade que me tocam.

Eu sei que a força da beleza

É maior que a tristeza

Quem ouve a voz da Natureza

A chama acesa vai guardar

É só tecer a cada noite o sol

Amanhecer a cada luz do amor

É semear o fogo da canção

É despertar quem não quer mais crer

que a terra pra chegar a primavera

mudou três vezes de estação

A vida será mesmo bela

Com liberdade e paixão.

 

Bá é uma sonzera isso ;)

Sonzera pode soar estranho para MPB, mas é som muitoooo bom mesmo.

E inspirada na primavera, me voi mais uma vez.

Essa música, eu conheci através de um Vinil empoeirado no meio das coisas. Quatro Estações, do Grupo MPB4. Gostei tanto da simplicidade que a reproduzirei.

A lua, quando ela roda

é nova

Crescente ou meia lua,

é cheia

E quando ela roda, minguante e meia

Depois é lua novamente

Quem diz que a lua é velha

Mente quem diz que a lua é velha

Mente quem diz

aniver do blogOlhando esse blog empoeirado, me dei conta que já faz um ano que ele surgiu.

Marinaaa obrigada por ter me indicado e por ter falado que blog é legal sim ;)

Realmente gostei, expôr-se é complicado, pelo menos pra mim. Me considero muito endo AHAHA, endo?. É, eu estava pensando hoje de manhã uma palavra que descrevesse como eu expresso o que sinto…ai pensei…cara eu sou endo e não exo…como se eu tivesse acabado de sair de uma aula de biologia.

A palavra era mais simples do que eu imaginava:  mas agora esqueci, quem sabe alguém descobre.

Mas falando em data, comemoração, um ano. Calma calma, não vai ter nenhuma festa de um ano do meu blog. Apesar de que dava pra gente sair da aula e ir no Rancho né?

Nunca me apeguei muito nessas coisas de datas e comemorações, mas hoje percebo que são importantes porque são marcantes.

Tudo começa por uma bela manhã de sexta-feira. Pra me animar um pouco mais, relembro que será feriado na terça e que hoje é aniversário da minha amiga Deise.

Já à caminho de Blumenau, escutando 90FM, uma música me toca (ou retoca).

 Tão inesperada ( principalmente pela programação sempre igual da 90) e também nostálgica.

É da Adriana Calcanhoto – Esquadros.

Trecho:

” Eu ando pelo mundo, prestando atenção em cores que eu não sei o nome.

Cores de Almodover, cores de Frida Kahlo cores…

Refrão: Pela janela do quarto, pela janela do carro

Pela tela, pela janela

Quem é ela quem é ela eu vejo tudo enquadrado.

Remoto controle.”

Cantarolando feliz, me vi entusiasmada e repleta de lembranças boas. Tudo bem, que cantando o refrão eu perdia o fôlego pois não tem pausa!

E nessa hora eu pensava: – Tenho que respirar fundo antes de começar o refrão. No seguinte trecho, não fiz certo de novo. Estava tomada pela emoção da música, simplesmente esquecia que deveria respirar fundo pois o refrão estava chegando!!! E lá ia cometer o mesmo erro.

Engraçado isso pra mim, pois sou dessas bem chatas que errando uma vez, exigo de mim, aprender para não cometer o mesmo erro, pelo menos não da mesma forma. Mais olha, essa vez estava difícil mesmo.

Eu errava, pois não respirava fundo, e no momento que me caia a ficha, me corrigia. Não de forma grotesca como faria se fosse um erro grave, mas foi tudo tão suave, na melodia da música. E nessa hora e com essa música pensei: – Não preciso exigir tanto de mim!

O porque da nostalgia…

 E meus amigos…cadê? (trecho da música)

Isso em remeteu há tantos momentos e tantas sensações.

Saudades? Sim e muita.

De tanta coisa boa e que para muitos que as assistem podem considerar ruim.

Mais as nossas experiências de vida são únicas e inesquecíveis.

Com certeza um ser iluminado (que piegas) mas eu gosto sim, dessa idéia de ser iluminado. Pelo simples fato de se compreender as coisas e a sí.

Voltarei a postar aqui, percebi que é um espaço meu, das minhas internidades simples que podem ser expostas.

Meuuuu!!!

Praticamente uma fênix!!!

Estou muito feliz e renovada

e sabe como é né

agora pra eu escrever de novo só daqui….uns  dois meses??

Eu até tenho alguns textos que demonstram minha indignação sobre algumas coisas…mas acho que não estou disposta a publicá-los, por enquanto.

Só pra deixar curiosos…se é que isso deixa alguém curioso, mas tudo bem.

hehheeh

Bjjus aos meus queridos e pacientes e persistentes leitores

ps: Não sei como ainda vocês insistem em visitar esse blog…

Mas não desistam não, por favor!!!Saber que alguém as vezes lê e comenta é o que me empolga a escrever, ok?

Tão sem tempo pra qui,

Tão sem tempo pra mim

Pra nós

Pro céu

Pras coisas

Posso reclamar, mas fui eu que escolhi!

 

Que eu não escrevo aqui!!Ahhh que saudades!!!!!

Queria escrever uma música que falasse da leveza das coisas,

da leveza de uma folha caindo no outono

da leveza do olhar de uma criança

da leveza da cachoeira

enfim de tudo que traz uma paz e uma certeza de que estar aqui vale à pena.